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Mostrando postagens com o rótulo Geografia Regional

IBAS e BRIC por Chanceler Amorim

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O Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, conversa com a imprensa brasileira sobre os resultados e a repercussão da 4ª Cúpula IBAS e da 2ª Cúpula BRIC - eventos realizados no dia 15 de abril de 2010, no Palácio Itamaraty.

Taxa Bruta de Mortalidade, Brasil

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A taxa bruta de mortalidade é definida como o número total de óbitos, por mil habitantes, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado (REDE, 2008). Este indicador por vezes é classificado como indicador demográfico, pois registra um fenômeno da população e expressa a magnitude que a mortalidade afeta esta população. Entretanto, este indicador pode (e deve) ser utilizado na saúde também, por registrar a maneira efetiva de planejar saúde a partir dos acometidos incidentes na população. Análise espaço-temporal da Taxa Bruta de Mortalidade, Brasil No mapa acima foram utilizados os dados do Sistema de Informação de Mortalidade da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e que é pós-processado, consolidado e disponibilizado pelo departamento de informática do SUS, o DATASUS. No mapa, observam-se valores decrescentes para todas as regiões brasileiras. Os níveis de mortalidade de 1991 a 2000, mais elevados estão nas regiões No...

Bairros de Alfenas

Alfenas é uma cidade média localizada ao sul de Minas Gerais. Possui uma população estimada de mais 74 mil habitantes. A região onde se localiza o atual município de Alfenas encontra -se nos vales dos Rios Sapucaí, Machado e Verde. Como contribuição aos interessados e como um exemplo do uso da ferramenta ARCGIS online demonstro a divisão dos bairros da zona urbana.

O CONCEITO DE REGIÃO E SUA DISCUSSÃO

Resenha do texto “O CONCEITO DE REGIÃO E SUA DISCUSSÃO”, de Paulo Cesar da Costa Gomes . In: CASTRO, Iná E.; GOMES, Paulo C.; CORRÊA, Roberto L. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1995 Paulo César da Costa GOMES afirma que a denominação região remonta os tempos do Império Romano, quando a palavra regione era utilizada para designar áreas, independentes ou não, que estavam subordinadas ao Império e que alguns filósofos interpretam este conceito como a necessidade de centralização do poder e a extensão dele sobre uma grande diversidade de cultura e sociedade e de uma certa maneira submetidos à ordem hegemônica de Roma. Com o fim do Império Romano e o reforço da Igreja reforçando a divisão local seguiu-se o processo de subdivisão de áreas que fortaleceu o poder feudal. Gomes cita que também neste caso há a expressão da centralização do poder. Na Europa o autor coloca que há ainda a centralização, mas que está ligada a um conceito de região na Antig...

Saber pensar o espaço

[..] foi preciso construir um saber teórico para compreender as estruturas do sistema capitalista. A partir do momento em que as crises devidas ao desenvolvimento de suas contradições começaram a perturbar seu desenvolvimento e, sobretudo, a partir do momento que a classe operária teve necessidade de uma análise teórica para conduzir uma ação revolucionária.  - da mesma forma que foi preciso, apesar da oposição de uma parte das classes dirigentes, que um saber ler-escrever-contar seja difundido em camadas sociais cada vez mais amplas, por causa das lutas políticas e das exigências da técnica e da prática social.  - da mesma forma, vai ser preciso, sem dúvida, que se construa um saber teórico permitindo articular os problemas de envergadura planetária aos da vida local, passando pelo nível do Estado. [...] Yves Lacoste A Geografia Serve em Primeiro Lugar para Fazer a Guerra.

Revista Mercator

Mais uma excelente publicação da Revista Mercator sob a edição do Prof. Dr.  Eustógio Wanderley Correia Dantas da  Universidade Federal do Ceará - Fortaleza (CE). Revista Mercator Vol. 10, No 23 (2011): set./dez. Sumário http://www.mercator.ufc.br/ index.php/mercator/issue/view/ RM23 NOTA EDITORIAL -------- Editorial Note (5)        Comissão Editorial ARTIGOS -------- CIDADE E SUSTENTABILIDADE TERRITORIAL (city and territorial sustainability) (7 a 22)        Norberto Pinto dos Santos COOPERAÇÃO INTERMUNICIPAL NA FRANÇA E NO BRASIL EM PERSPECTIVA COMPARADA (the inter-municipal cooperation in France and Brazil in comparative perspective) (23 a 31)        Juliana Nunes Rodrigues SOBRE AS ORIGENS DA FAVELA (the origins of the ‘favela’) (33 a 48)        Alfredo Pereira de Queiroz Filho DO USO CORPORATIVO AO USO SUBVERSIVO DO TERRITÓRIO NOS PAÍSES PERIFÉRICOS (the corporate ...

Resultado do plebiscito sobre Divisão do Estado do Pará

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Figura 1. Resultado do plebiscito sobre Divisão do Estado do Pará e sua possível  organização Hoje confeccionei um mapa (Figura 1) com base nos dados do plebiscito realizado no último dia 11, no Pará e para finalizar este assunto, gostaria de apenas ilustrar como os municípios do, possível novo Pará rejeitaram em maioria a proposta. Esta área é a mais populosa, mais subdividida do estado. Segundo dados do IBGE, dos 10 municípios com salário mais alto (acima de 2 salários e meio) apenas 20% localizam-se nesta área e apenas  30%  desta área encontram-se na lista dos 10 municípios com maior PIB per capita (acima de 11 mil reais). Lembrando Milton Santos "o espaço é a síntese, sempre provisória, entre o conteúdo social e as formas espaciais. Mas a contradição principal é entre sociedade e espaço, entre um presente invasor e ubíquo que nunca se realiza completamente, e um presente localizado, que também é passado objetivado nas formas...

Um Pará Apenas

Com 70% das urnas apuradas, o resultado matemático já indicava a rejeição dos paraenses à divisão do Pará para a criação dos Estados de Tapajós e Carajás. A divisão do Pará somente obteria sucesso se todos aqueles da abstenção ( 1.246.646   eleitores) votassem a favor da separação. Deixando ainda de lado os votos em brancos e nulos. Como a maioria da população rejeitou a divisão o processo será arquivado. Cabe ressaltar que muitas regiões gostariam da divisão com a intenção de melhoria em lugares esquecidos pelo Estado. É válido se considerarmos que existem bolsões de baixa renda no estado e que estas áreas carecem de uma atenção. Porém, na administração e gestão, os conceitos e preceitos são de natureza aprofundada em organização e planejamento, mas conforme Marx é nas lutas de classes que o Estado deve interagir e fazer valer o interesse comum e dos proletariados. Percebe-se, portanto, uma omissão do governo nos municípios que clamam por separação. E é nestas áreas que o...

Comunidade científica é contra Código Florestal

Desastre, tragédia… Os termos escolhidos por cientistas e pesquisadores para definir o que acontecerá caso o novo Código Florestal seja aprovado são, propositalmente, de causar medo . Nos últimos dois anos, a discussão sobre o que deveria ser modificado na lei foi polarizada entre ambientalistas e ruralistas. Por essa razão, a entrada em cena, no começo deste ano, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Academia Brasileira de Ciências (ABC), tem tanto significado. Membros da SPBC elaboraram juntamente com os da ABC um documento em que dão seu parecer técnico com o justo intuito de embasar as discussões de forma isenta aos interesses de um lado ou de outro. Veja o documento na íntegra: http://www.abc.org.br/IMG/pdf/doc-547.pdf Notícia retirada do site: http://colunas.epocanegocios.globo.com/empresaverde/2011/12/06/comunidade-cientifica-pede-que-o-codigo-florestal-nao-seja-votado/
Conquistar territórios: a prioridade corporativa BRASIL de FATO Engenheiro e doutor em geografia, o professor Oswaldo Sevá tem sido, nas universidades brasileiras, um dos principais aliados dos movimentos sociais em suas lutas contra os grandes projetos de “desenvolvimento”, como usinas hidrelétricas, minas e estradas. Trata-se de empreendimentos que ele, em seus cursos na Universidade de Campinas (Unicamp), chama de “conflitos atuais da acumulação primitiva”. A maior luta em que está envolvido atualmente é contra a megausina de Belo Monte, no rio Xingu, paraíso da bio e da sociodiversidade em plena Amazônia, agora ameaçado por esse projeto dos tempos da ditadura civil-militar que foi atualizado e desengavetado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde os anos 80, Sevá publica estudos críticos ao projeto, demonstrando suas falhas e inconsistências. Na entrevista a seguir, o professor mostra que o atual cenário de conflitos socioambientais tem, na realidade, uma amplitude gl...
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“Não basta olhar o mapa do Brasil aberto sobre a mesa de trabalho ou pregado à parede de nossa casa. É necessário andar sobre ele para sentir de perto as angústias do povo, suas esperanças, seus dramas ou suas tragédias; sua história, e sua fé no destino da nacionalidade.” Equipe Projeto Rondon da USP, 1979. Pensar e fazer geografia é poder sentir os lugares, observar a vida, falar com as pessoas, intervir e articular mudanças... Assim como o médico não se faz completo sem nunca ter tocado um paciente ou o engenheiro não é engenheiro sem nunca ter sentido o peso de uma viga, o geógrafo pode conhecer os caminhos... Andar... Falar... Ouvir... Mudar... A extensão do conhecimento de qualquer pessoa são as interações que esta pessoa tem com as outras. Aprender... Em visita às cidades históricas São João Del Rey, Tiradentes, Congonhas, Ouro Branco e Ouro Preto, olhei as mudanças da região, a presença do capitalismo, a necessidade da sobrevivência em cada olhar (muitas vezes humilde)...

DEVEMOS ABRIR A MENTE...

Abrir a mente e entender que o povo não é só um ser originário e sustentado de reações químicas, mas pessoas em constante formação e influenciadas por costumes, culturas, atitudes ... Somos capazes de nos fazer e refazer de vários modos, porém não seremos inéditos, mas uma versão atualizada. Somos nossa versão mais atualizada. Viver não é envelhecer. O seria se nascêssemos prontos e dotados de raciocínio superior e fossemos nos desgastando com o tempo e uso. Não o somos. As relações com o ambiente, com os semelhantes, as conquistas, a sabedoria, tudo isto se articula da maneira com a qual vamos ser no nosso presente/futuro. Quero, com este blog, mostrar que podemos ser diferentes, pensar diferente e que podemos pensar desigual para o desigual, se conhecermos a geografia do conhecimento.